Interessante este texto sobre as diferenças entre três tipos de alunos: o que tira boas notas, o que aprende bem e o que é um pensador criativo.
Já agora, também relacionado com a criatividade, este artigo do N. Y. Times, onde lá para o fim se faz uma referência a um livro com o subtítulo "How What We Know Limits What We Can Imagine" - o que me faz recordar uma entrevista da Agustina Bessa-Luís na qual afirmava que a sua melhor qualidade como escritora era a falta de memória.
A importância de ensinar «o desejo do mar»
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Uma das melhores formas de gerar capital social positivo parece passar pelo
fomento da «acção propositada» que decorre de dois factores. O primeiro é...
Há 20 horas
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